Bom, ando olhando-me menos no espelho, cada dia menos. Ando querendo sempre, o mais prático; uma trança no cabelo seco, um protetor labial e no máximo rímel e um lápis de olho. Ando querendo o ouvir e falar só o necessário. Assim evito da ouvidos ao de menos pra não falar demais. Prefiro escrever ouvindo Back To Manhattan - Norah Jones, não desconcentra, nem agita.
Ultimamente estou preferindo ficar cada vez mais distânte de agitos, festas, babados, etc.
Ando desinteressada e indiferente.
Se antes tinha razões pra fazer algo. Hoje procuro razão de NÃO fazer. Porquê uma hora ou outra você começa acreditar que sempre pode existir coisa melhor a se fazer e receber. E na espera de tando, acaba não sendo tanto, nem pouco... nem mesmo nada.
Hoje procuro minha casa, de preferência um cômodo onde eu consiga ficar só nem que seja por uns 30 min. E nesse tempo, tento vizualizar momentos que eu podia ter deixaso passar. E momentos que por algum motivo acabei desperdiçando.
Nesse tempo, se passa na lembrança pessoas que eu por algum motivo dizia que eram importantes pra mim, e que hoje não faz falta. E também por outros motivos deixei de dizer
a grande importância que outra tem.
Mais eu sei que pra tudo existe três jeitos de mudar: o jeito certo, o jeito errado e o meu jeito que talvez seja o jeito errado, só que agora é mais rápido.
É sempre assim, quando você esquece que uma pessoa existe, ela dá um jeito de voltar pra sua vida.
Mais eu ando reciclando sentimentos e pessoas. E assim eu tô bem.
Acho que não preciso de exatamente tudo pra viver.
Eu já superei muita coisa na minha vida, e esses sentimentos e pessoas já entraram na lista. Só não espere vê-la com um imã na geladeira.
Porquê se livrar do que não é saudável, pessoas, tarefas, tudo e quaisquer coisa que coloque-me pra baixo, é amor-próprio.
De início, pra muitos isso é egoísmo. Pra mim, isso me mantém no presente.
Daí, é onde tudo começa.
folow me
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